Criador de conteúdos corre para apoiar a Operação Nariz Vermelho

Natural de Fermentelos, no concelho de Águeda, e residente em plena Bairrada, Mário Félix prepara-se para um dos maiores desafios da sua vida. Conhecido nas redes sociais como “Boratreinar.pt”, o atleta partilha dicas de corrida, motivação e testemunhos pessoais. O também criador de conteúdos vai, agora, atravessar Portugal de Norte a Sul, de Chaves a Faro, a correr.
A aventura, intitulada “Desafio Nariz Vermelho”, arranca hoje, e tem chegada prevista para o dia 13 de setembro. O propósito é solidário: angariar 5 mil euros para a Operação Nariz Vermelho, associação que há mais de 20 anos leva alegria, através da arte do palhaço, a crianças internadas em hospitais de todo o país.
Uma história de superação
Mário Félix não é alheio a grandes desafios e não esconde que a sua relação com a corrida lhe proporcionou uma viragem na vida. «Já tive excesso de peso, cheguei a pesar mais de 100 quilos, e foi a corrida que me ajudou a perder e manter essa transformação. Hoje uso o canal “Boratreinar.pt” para motivar outras pessoas a acreditarem que também é possível mudar», explicou, ontem, em entrevista ao Diário de Aveiro.
A ideia de atravessar a Nacional 2 já existia há algum tempo, mas um episódio pessoal acelerou a decisão. «No ano passado, o meu filho esteve internado nos cuidados intensivos. Foi um momento muito duro, que me fez olhar para este desafio de outra forma. Decidi que não fazia sentido correr sozinho: queria associar a experiência a uma causa que tivesse impacto na vida de outras famílias. A Operação Nariz Vermelho surgiu como escolha natural pelo trabalho extraordinário que fazem junto de crianças hospitalizadas e dos seus pais», destacou.
Apesar de contar com o incentivo da família e amigos próximos, o atleta de Fermentelos destaca sobretudo a força da comunidade digital que tem vindo a construir. «Tenho cerca de 10 mil seguidores entre Instagram e TikTok. Pode não parecer muito, mas sinto uma ligação muito próxima com quem me acompanha. Recebo mensagens de pessoas que se revêm na minha história, algumas até com excesso de peso, que encontram motivação nos meus vídeos para começar a correr. Isso é o mais gratificante», declara.
Objetivo: 5 mil euros e muitos sorrisos
Como comenta o atleta, tem sentido grande proximidade por parte da sua comunidade “online”. Para além de donativos diretos, criou uma “T-shirt solidária”, cuja venda já permitiu angariar entre 700 a 800 euros. O objetivo é chegar aos 5 mil até ao final da corrida, valor que será reforçado por mais 500 euros de um parceiro caso a meta seja cumprida.
Se a componente física do desafio é imensa, no que vai ser correr 738 quilómetros em 15 dias, também a vertente financeira não deixa de ser um obstáculo. «Estou a fazer isto praticamente sozinho e por minha conta. Os maiores custos são o alojamento e a alimentação, porque todos os dias vou terminar numa localidade diferente. Alguns alojamentos ajudaram, outros ofereceram descontos, mas na maioria das vezes os custos recaem em mim», destaca o corredor.
Embora natural de Fermentelos, o atleta confessa que o maior apoio tem vindo de pessoas que nunca o conheceram pessoalmente. «É curioso sentir que muitos estranhos, que só me seguem “online”, estão a viver este desafio quase como se fossem da minha família. É incrível perceber que a maioria dos donativos e das mensagens de incentivo vêm de pessoas que nunca me viram na vida. Isso mostra a força das redes sociais e dá-me energia para continuar, e, por isso, estou muito agradecido».
Apesar das dificuldades, Mário Félix não perde o foco no essencial. «Não quero centrar o desafio em mim, mas sim na missão da Operação Nariz Vermelho. Quero que as pessoas conheçam o trabalho que eles fazem junto de crianças, que, em tão tenra idade, passam por momentos que ninguém deveria viver. E também mostrar gratidão a esses artistas que, vestidos de palhaços, levam alegria a quem mais precisa», revelou.
A aventura começa hoje em Chaves e promete ser tão desafiante quanto inspiradora. Para Mário Félix, a meta não é apenas chegar a Faro, mas também provar que a corrida pode transformar vidas e, sobretudo, ajudar a levar mais sorrisos às crianças hospitalizadas. «Quero olhar para trás e saber que, através da corrida, consegui dar voz e visibilidade a uma causa que faz sorrir tantas crianças hospitalizadas. Isso vale mais do que qualquer medalha», concluiu o atleta.
Natural de Fermentelos, no concelho de Águeda, e residente em plena Bairrada, Mário Félix prepara-se para um dos maiores desafios da sua vida. Conhecido nas redes sociais como “Boratreinar.pt”, o atleta partilha dicas de corrida, motivação e testemunhos pessoais. O também criador de conteúdos vai, agora, atravessar Portugal de Norte a Sul, de Chaves a Faro, a correr.
A aventura, intitulada “Desafio Nariz Vermelho”, arranca hoje, e tem chegada prevista para o dia 13 de setembro. O propósito é solidário: angariar 5 mil euros para a Operação Nariz Vermelho, associação que há mais de 20 anos leva alegria, através da arte do palhaço, a crianças internadas em hospitais de todo o país.
Uma história de superação
Mário Félix não é alheio a grandes desafios e não esconde que a sua relação com a corrida lhe proporcionou uma viragem na vida. «Já tive excesso de peso, cheguei a pesar mais de 100 quilos, e foi a corrida que me ajudou a perder e manter essa transformação. Hoje uso o canal “Boratreinar.pt” para motivar outras pessoas a acreditarem que também é possível mudar», explicou, ontem, em entrevista ao Diário de Aveiro.
A ideia de atravessar a Nacional 2 já existia há algum tempo, mas um episódio pessoal acelerou a decisão. «No ano passado, o meu filho esteve internado nos cuidados intensivos. Foi um momento muito duro, que me fez olhar para este desafio de outra forma. Decidi que não fazia sentido correr sozinho: queria associar a experiência a uma causa que tivesse impacto na vida de outras famílias. A Operação Nariz Vermelho surgiu como escolha natural pelo trabalho extraordinário que fazem junto de crianças hospitalizadas e dos seus pais», destacou.
Apesar de contar com o incentivo da família e amigos próximos, o atleta de Fermentelos destaca sobretudo a força da comunidade digital que tem vindo a construir. «Tenho cerca de 10 mil seguidores entre Instagram e TikTok. Pode não parecer muito, mas sinto uma ligação muito próxima com quem me acompanha. Recebo mensagens de pessoas que se revêm na minha história, algumas até com excesso de peso, que encontram motivação nos meus vídeos para começar a correr. Isso é o mais gratificante», declara.
Objetivo: 5 mil euros e muitos sorrisos
Como comenta o atleta, tem sentido grande proximidade por parte da sua comunidade “online”. Para além de donativos diretos, criou uma “T-shirt solidária”, cuja venda já permitiu angariar entre 700 a 800 euros. O objetivo é chegar aos 5 mil até ao final da corrida, valor que será reforçado por mais 500 euros de um parceiro caso a meta seja cumprida.
Se a componente física do desafio é imensa, no que vai ser correr 738 quilómetros em 15 dias, também a vertente financeira não deixa de ser um obstáculo. «Estou a fazer isto praticamente sozinho e por minha conta. Os maiores custos são o alojamento e a alimentação, porque todos os dias vou terminar numa localidade diferente. Alguns alojamentos ajudaram, outros ofereceram descontos, mas na maioria das vezes os custos recaem em mim», destaca o corredor.
Embora natural de Fermentelos, o atleta confessa que o maior apoio tem vindo de pessoas que nunca o conheceram pessoalmente. «É curioso sentir que muitos estranhos, que só me seguem “online”, estão a viver este desafio quase como se fossem da minha família. É incrível perceber que a maioria dos donativos e das mensagens de incentivo vêm de pessoas que nunca me viram na vida. Isso mostra a força das redes sociais e dá-me energia para continuar, e, por isso, estou muito agradecido».
Apesar das dificuldades, Mário Félix não perde o foco no essencial. «Não quero centrar o desafio em mim, mas sim na missão da Operação Nariz Vermelho. Quero que as pessoas conheçam o trabalho que eles fazem junto de crianças, que, em tão tenra idade, passam por momentos que ninguém deveria viver. E também mostrar gratidão a esses artistas que, vestidos de palhaços, levam alegria a quem mais precisa», revelou.
A aventura começa hoje em Chaves e promete ser tão desafiante quanto inspiradora. Para Mário Félix, a meta não é apenas chegar a Faro, mas também provar que a corrida pode transformar vidas e, sobretudo, ajudar a levar mais sorrisos às crianças hospitalizadas. «Quero olhar para trás e saber que, através da corrida, consegui dar voz e visibilidade a uma causa que faz sorrir tantas crianças hospitalizadas. Isso vale mais do que qualquer medalha», concluiu o atleta.
Natural de Fermentelos, no concelho de Águeda, e residente em plena Bairrada, Mário Félix prepara-se para um dos maiores desafios da sua vida. Conhecido nas redes sociais como “Boratreinar.pt”, o atleta partilha dicas de corrida, motivação e testemunhos pessoais. O também criador de conteúdos vai, agora, atravessar Portugal de Norte a Sul, de Chaves a Faro, a correr.
A aventura, intitulada “Desafio Nariz Vermelho”, arranca hoje, e tem chegada prevista para o dia 13 de setembro. O propósito é solidário: angariar 5 mil euros para a Operação Nariz Vermelho, associação que há mais de 20 anos leva alegria, através da arte do palhaço, a crianças internadas em hospitais de todo o país.
Uma história de superação
Mário Félix não é alheio a grandes desafios e não esconde que a sua relação com a corrida lhe proporcionou uma viragem na vida. «Já tive excesso de peso, cheguei a pesar mais de 100 quilos, e foi a corrida que me ajudou a perder e manter essa transformação. Hoje uso o canal “Boratreinar.pt” para motivar outras pessoas a acreditarem que também é possível mudar», explicou, ontem, em entrevista ao Diário de Aveiro.
A ideia de atravessar a Nacional 2 já existia há algum tempo, mas um episódio pessoal acelerou a decisão. «No ano passado, o meu filho esteve internado nos cuidados intensivos. Foi um momento muito duro, que me fez olhar para este desafio de outra forma. Decidi que não fazia sentido correr sozinho: queria associar a experiência a uma causa que tivesse impacto na vida de outras famílias. A Operação Nariz Vermelho surgiu como escolha natural pelo trabalho extraordinário que fazem junto de crianças hospitalizadas e dos seus pais», destacou.
Apesar de contar com o incentivo da família e amigos próximos, o atleta de Fermentelos destaca sobretudo a força da comunidade digital que tem vindo a construir. «Tenho cerca de 10 mil seguidores entre Instagram e TikTok. Pode não parecer muito, mas sinto uma ligação muito próxima com quem me acompanha. Recebo mensagens de pessoas que se revêm na minha história, algumas até com excesso de peso, que encontram motivação nos meus vídeos para começar a correr. Isso é o mais gratificante», declara.
Objetivo: 5 mil euros e muitos sorrisos
Como comenta o atleta, tem sentido grande proximidade por parte da sua comunidade “online”. Para além de donativos diretos, criou uma “T-shirt solidária”, cuja venda já permitiu angariar entre 700 a 800 euros. O objetivo é chegar aos 5 mil até ao final da corrida, valor que será reforçado por mais 500 euros de um parceiro caso a meta seja cumprida.
Se a componente física do desafio é imensa, no que vai ser correr 738 quilómetros em 15 dias, também a vertente financeira não deixa de ser um obstáculo. «Estou a fazer isto praticamente sozinho e por minha conta. Os maiores custos são o alojamento e a alimentação, porque todos os dias vou terminar numa localidade diferente. Alguns alojamentos ajudaram, outros ofereceram descontos, mas na maioria das vezes os custos recaem em mim», destaca o corredor.
Embora natural de Fermentelos, o atleta confessa que o maior apoio tem vindo de pessoas que nunca o conheceram pessoalmente. «É curioso sentir que muitos estranhos, que só me seguem “online”, estão a viver este desafio quase como se fossem da minha família. É incrível perceber que a maioria dos donativos e das mensagens de incentivo vêm de pessoas que nunca me viram na vida. Isso mostra a força das redes sociais e dá-me energia para continuar, e, por isso, estou muito agradecido».
Apesar das dificuldades, Mário Félix não perde o foco no essencial. «Não quero centrar o desafio em mim, mas sim na missão da Operação Nariz Vermelho. Quero que as pessoas conheçam o trabalho que eles fazem junto de crianças, que, em tão tenra idade, passam por momentos que ninguém deveria viver. E também mostrar gratidão a esses artistas que, vestidos de palhaços, levam alegria a quem mais precisa», revelou.
A aventura começa hoje em Chaves e promete ser tão desafiante quanto inspiradora. Para Mário Félix, a meta não é apenas chegar a Faro, mas também provar que a corrida pode transformar vidas e, sobretudo, ajudar a levar mais sorrisos às crianças hospitalizadas. «Quero olhar para trás e saber que, através da corrida, consegui dar voz e visibilidade a uma causa que faz sorrir tantas crianças hospitalizadas. Isso vale mais do que qualquer medalha», concluiu o atleta.
Diario de Aveiro