A Colômbia pode se juntar ao grupo das 30 maiores economias em 50 anos: projeções para 2075, segundo o Goldman Sachs.

A Colômbia estará entre as 30 maiores economias do mundo até 2075, com um produto interno bruto (PIB) de US$ 2,6 trilhões e ocupando a 28ª posição, de acordo com um estudo do Goldman Sachs.
O relatório compara o desempenho econômico global do final de 2000 com as projeções para os próximos 50 anos e mostra uma mudança na distribuição do poder econômico.
Segundo La República, os países desenvolvidos estão perdendo terreno para nações com populações maiores e em expansão, maior dinamismo comercial e turístico, e avanços em inovação e adoção de inteligência artificial.

Estados Unidos, Japão e Alemanha lideraram o ranking mundial. Foto: iStock.
China, Índia e Estados Unidos serão as três maiores potências em 2075, com PIBs próximos a US$ 57 trilhões, US$ 52,5 trilhões e US$ 51,5 trilhões, respectivamente.
- Indonésia e Nigéria ocuparão o quarto e o quinto lugares, com economias que ultrapassam US$ 13 trilhões.
- Na América Latina, Brasil e México estarão entre os 10 primeiros, com US$ 8,7 trilhões e US$ 7,6 trilhões.
- A Colômbia ficará no grupo do meio, junto com a Argentina, com US$ 2,4 bilhões, ocupando a 30ª posição.
- O Peru , com US$ 2,1 trilhões, está em 31º lugar; o Chile, com US$ 1,2 trilhão, está em 33º lugar; e o Equador, com US$ 0,7 trilhão, está em 34º lugar.
De acordo com o acima mencionado, em 1980, os Estados Unidos, o Japão e a Alemanha lideravam o ranking mundial, com a França e o Reino Unido entre os cinco primeiros.
A China estava em nono lugar e a Índia, em décimo terceiro. Em 2000, a China subiu para a sexta posição, e o Brasil e o México consolidaram suas posições entre os 15 primeiros.
Na última década, a China desbancou o Japão e a Alemanha, assumindo o segundo lugar, enquanto a Índia entrou para o top 5. As projeções para 2050 já previam que a China ocuparia o primeiro lugar, tendência confirmada em 2075.

A região como um todo aumentará sua participação relativa na economia global. Foto: Goldman Sachs.
Embora Brasil e México consolidem suas posições como representantes da região no top 10, Colômbia, Argentina, Peru, Chile e Equador também mostrarão progressos significativos.
O estudo destaca que a região como um todo aumentará sua participação relativa na economia global , ainda que de forma desigual, com a liderança concentrada nas duas principais potências sul-americanas.
A mudança na ordem mundial está ligada a transformações de longo prazo na estrutura demográfica, urbanização, integração comercial e investimento estrangeiro.
Segundo o Goldman Sachs, essas variáveis serão decisivas para países que atualmente não estão nas primeiras posições, mas podem subir no ranking, como é o caso da Colômbia.
*Este conteúdo foi escrito com o auxílio de inteligência artificial, com base em informações públicas divulgadas a veículos de comunicação. Também foi revisado por um jornalista e um editor.
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